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GERIR A BIBLIOTECA ESCOLAR EM TEMPOS DE PANDEMIA

No início do ano letivo 2020/ 2021 a Biblioteca Escolar adaptou-se à realidade vigente – conviver com o vírus COVID 19. Nesse sentido apresentou novas regras para a utilização e higienização do espaço e elencou as novas prioridades do serviço de acordo com as orientações da RBE. Tendo em conta este novo contexto iremos analisar os seus efeitos na frequência de utilização do espaço assim como a requisição do acervo documental livro por parte dos utilizadores. Quanto à frequência do espaço, apesar do número de entradas ter diminuído em relação ao ano passado os grandes frequentadores continuam a ser os alunos com 78% das entradas, ou seja, com relevantes 1864 utilizações do serviço num total de 2374 – Gráficos 1 e 2 (frequência). Destes, quem utiliza mais a Biblioteca são os alunos do 5.º ano (44%) e do 6º ano (40%) – Gráfico 2 (frequência). Quanto às atividades realizadas por este público-alvo, salientamos a utilização da Zona de Informática com 49% e a leitura/ requisição presencial com 40% – Gráfico 3 – (frequência). No que diz respeito aos docentes, constata-se uma maior utilização do serviço. A Zona de Informática foi requisitada 185 vezes desde o início do ano letivo para trabalho com os alunos, principalmente nas áreas curriculares de Oficina de Projeto (41%), Cidadania e Desenvolvimento (36%) e História (12%). A frequente higienização do espaço e o apoio prestado não serão alheios a esta realidade.

Quanto à requisição do acervo documental, desde o início do ano letivo, foram feitas 257 requisições de documento livro, destas 92,6% foram feitas pelos alunos, 7% pelos professores e 0,3% pelos funcionários – Gráfico 1. Das 238 requisições dos alunos, 57,5% foram feitas por raparigas e 42,4% por rapazes – Gráfico 2. Se analisarmos as mesmas por ano de escolaridade verificamos que 72% foram feitas por alunos do 5.º ano, 18% por alunos do 6.º ano, 5% por alunos do 7.º ano e 5% por alunos do 8.º ano – Gráfico 3. Quanto à requisição do documento livro por descritor 74,3% das escolhas incidiram na Literatura Infantil e Juvenil, 4,2% na Banda Desenhada, 5,4% na Literatura (geral), 2,9% no Texto dramático (Teatro) e 2,9% em Contos-Lendas – Gráfico 4. Feito o balanço, em relação ao ano transato constatamos que existiu uma significativa redução na requisição de livros por parte dos utilizadores. No entanto, através da intensificação de uma política de divulgação da coleção em sala de aula e da explicação do processo de quarentena a que os livros são sujeitos verifica-se uma progressiva inversão da tendência.

               

               

               

               

               

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